quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Moralistas de plantão...
No blogo da Taty Py, tem um texto legal, inclusive com comentários de alunos da Uniban, em São Paulo, onde ocorreu o fato, e uma entrevista com a estudante, pivô da polêmica, que agora está conhecida como Loira da Uniban. No you tube, também tem vídeos, óbvio. Nos vídeos, os mesmos caras chamando ela de gostosa e depois de "puta" enquanto a moça se retira da Faculdade, escoltada pela polícia. Lamentável!!!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
nosso jornalismo
Essa é do blog do Leandro Fortes, o Brasília, eu vi.
Leio, na tranquilidade do domingo, essa chamada sensacional no UOL, portal do qual continuo assinante:
Guerra urbana
Rio tem domingo tranquilo após dias de confronto
Houvesse internet na época da Segunda Guerra Mundial, poderia o mundo ter desfrutado de obra-prima jornalística semelhante:
Guerra Mundial
Hiroshima e Nagazaki têm domingo tranquilo após explosões atômicas
Hahaha
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Eleição CCSH
Não vou revelar meu voto, mas acredito que independente do resultado de amanhã, ganhe a chapa 1 ou 2, o CCSH terá bons diretores.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
pautas e pautas
Geralmente, jornal diário de segunda-feira sempre é ruinzinho, mas a ideia é de que o jornal traga ao menos o registro dos eventos ocorridos durante o final de semana.
O caderno cultural do Diário, o Diário 2, dessa segunda-feira, dia 26, só tem matéria de gaveta, nada factual. Os eventos que ocorrem durante o final de semana são publicados somente na terça ou na quarta-feira. Em tempos de internet, divulgar uma notícia dois dias depois me parece complicado. Não é fácil entender os critérios de noticiabilidade do Diário. Todos os dia eu tento entender a lógica do Agendamento no DSM.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Um poema para o final de semana
Como estou sem assunto e adoro esse poema do Fernando Pessoa, aí vai...
POEMA EM LINHA RETA
(Álvaro de Campos)
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado
[sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
MC: expressão social da experiência
Um suporte material? Uma linguagem, um signo, um código, uma mensagem, uma instituição, uma técnica, uma expressão social? Afinal, o que é um Meio de Comunicação (MC)? Esta pergunta foi o tema da palestra. Conforme Martino, quando se tenta definir o que é um meio de comunicação, vem à mente a idéia de transmissão. Mas é claro que essa palavra nem de longe dá conta do conceito de MC, que é bem mais complexo. Para MacLuhan, segundo Martino, os MC poderiam ser simulações tecnológicas do homem. Poderiam ser, também, simulações de uma capacidade mental.
Para Martino, os MC alteram as condições da experiência humana; de tempo e espaço, por exemplo. Os meios são moldados a partir dos usos sociais, "alteram e alargam nossa experiência".
O que já é de concordância de todos é de que as notícias são uma construção social. Os acontecimentos são moldados para gerar um valor, para gerar um cotidiano comum a todos. Os MC compõe a organização social e um acontecimento só "acontece" quando divulgados ou noticiados pelos meios de comunicação. Conforme Martino, os MC "são a expressão social da experiência".
E eu pergunto: nós podemos viver sem eles?
Luiz Cláudio Martino tem "só" três mestrados enquanto eu tento fazer, aos trancos e barrancos, um só:
Luiz Cláudio Martino possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); mestrado em Comunicação pela Escola de Comunicação da UFRJ; mestrado em Psicologia pela Fundação Getúlio Vargas e UFRJ; mestrado em Ciencias Sociales, Cultures et Comportaments na Université de Paris V e doutorado em Sociologia na Université de Paris V. Atualmente é professor da Universidade de Brasília e coordenador do Programa de Pós-Graduação da instituição. Atua em pesquisa nas áreas de Teoria da Comunicação, Epistemologia da Comunicação, Meios de Comunicação e Metodologia de Pesquisa.
PPGCOM promove palestra

Comunicação da UFSM promove evento com palestrantes portugueses
O Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da UFSM promove no próximo dia 06 de novembro, sexta-feira, o II Ciclo de Debates “Mídia e Sociedade”. As palestras iniciam às 14h, no Auditório do Departamento de Química, no campus. O evento, que tem o apoio do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUCRS, terá nesta edição palestras com os pesquisadores Moisés Martins e Jean-Martin Rabot, ambos do Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, em Portugal.
Martins irá abordar o tema “Espaço Público e Media: da crise do Estado à crise da cultura”, enquanto Rabot irá discorrer sobre “As figurações da monstruosidade nos media”. As inscrições devem ser feitas antecipadamente na Secretaria do Mestrado, no Prédio 21 do campus. O evento é destinado a estudantes de Graduação e Pós-Graduação, professores e profissionais das áreas da Comunicação, Ciências Sociais, Filosofia, História, Letras, Psicologia e demais interessados.
EVENTO: II Ciclo de Debates “Mídia e Sociedade”, do Mestrado em Comunicação Midiática da UFSM
DATA: 06/11/2009 – sexta-feira
LOCAL: Auditório do Departamento de Química – UFSM (campus)
HORÁRIO: 14h
INSCRIÇÕES: Na Secretaria do Mestrado – Prédio 21, a R$ 5,00 (com direito a certificado de participação) ou pelo email eventos.ppgcomufsm@gmail.com
PALESTRANTES:
1.Moisés Martins
Professor catedrático da Universidade do Minho e Diretor do Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS).
Tema: Espaço Público e Media: da crise do Estado à crise da cultura
2.Jean-Martin Rabot
Professor de Sociologia e Investigador no CECS (Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade) do Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga – Portugal.
Tema: As figurações da monstruosidade nos media
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Pita
Mas o Pedro também é divertido, brincalhão, sarcástico. Na real, somos parecidos.
Parabéns Pita!! E não trabalha tanto...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
os salvadores
terça-feira, 20 de outubro de 2009
e...e...e..
resisto um pouco mas sempre acabo me entregando...
e a velocidade das horas....é irritante...o pensamento, o estudo, o texto escrito não acompanham o passar dos minutos...
e a concentração que às vezes foge...o barulho do meu computador me levando a divagações que atrapalham meu foco...
e as pilhas de livros a serem lidos...e os artigos selecionados no computador para serem impressos... e os trabalhos a entregar...e os prazos a cumprir...
e o objeto de estudo a se definir...e a preocupação em fazer um bom trabalho...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
RJ
domingo, 18 de outubro de 2009
Horário novo

Dias mais longos também podem significar mais perda de tempo e vontade de ficar na rua. Já não é fácil ficar estudando e grudada no computador num domingo de sol enquanto todos estão passeando. Imagina, então, no verão, à tardinha, sete, oito horas da noite. E aquela vontade irresistível de ficar na rua, tomar uma cerveja num barzinho. Ai, meu pai, dai-me forças!!!
sábado, 17 de outubro de 2009
O passado

O problema de ficar lendo antes sobre filmes é a decepção que pode vir na hora de vê-los. Acho que criei falsas expectativas porque o filme não foi o que eu imaginava. É óbvio que filmes não têm que ser como a gente espera, mas "O passado" não é "aquilo tudo" que eu li ou o que falaram.
O elenco é bom. Gael Garcia, o maravilhoso, dificilmente se envolve em projetos ruins. A história é interessante. Um casal que se separa depois de 12 anos de casamento e a dificuldade de se apagar um passado que se impõe o tempo todo quando uma das pessoas está disposta a não esquecê-lo. Anna é a mulher que não quer se desvincular do passado, que quer manter o ex-marido preso a ela de alguma forma. O problema é que uma personagem tão interessante como ela é transformada numa "louca varrida", desiquilibrada, lunática. Não precisava! E o homem (o ex-marido) é representado como vítima, um coitadinho que só encontra mulheres loucas e possessivas na vida.
É uma pena quando um filme transforma personagens tão reais em algozes e vítimas, vilões e mocinhos. Babenco não deve ter desejado fazer isso, mas fez, na minha opinião. Também não gostei do texto e dos diálogos. São poucos os momentos em que se explora esta questão do passado. Devemos esquecê-lo ou não? Ele está presente em nossas vidas ou não? Ele volta de repente ou ele nunca nos abandona? Ele pode nos oprimir ou nos libertar? hahahaha, filosofei geral agora!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Profes da vida
Não é fácil ser professor, mas é gratificante também. Eu tive algumas experiências como professora. Ensinando inglês no Lablin da UFSM, depois umas aulas particulares e o estágio do curso de Letras; aula de português para alunos do primeiro ano do Médio e inglês para a sétima série do Fundamental na escola Érico Veríssimo. Foi bem legal!! No geral, eu gostei. Óbvio que a sétima série foi bem mais difícil. Nossa...eu tive pena dos outros professores de tratarem com aquela turma.
Agora no mestrado também sou um pouco professora...não sei se levo jeito para isso. Às vezes acho que sim, às vezes que não...me sinto um pouco insegura de dar aulas. Sensação de que os alunos sabem bem mais do que eu. Bom, essa deve ser a sensação de todos os professores na atualidade. O que ensinar se já tem tudo no google, hahaha.
Ser professor é tudo de bom. Parabéns aos meus pais professores!!!!!!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Jogo do Bicho
Ha, Diário de SM!!!! Por favor!!! Tanta coisa pra se investigar, heim? Até eu já joguei no bicho por meio de um intermediário, é claro, porque não conhecia os trâmites e locais.
Pelo menos a matéria serviu para mostrar a organização dos caras da lotérica que tinham até um livro para interpretar os sonhos que as pessoas têm com os animais. Se você sonhou que está sendo perseguido por um animal é um número "x"; se estava correndo atrás do bicho é outro número. Muito bom, muito bom!!!!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Que tempo bom...

Da esquerda para a direita, eu (com uma superfranja horrível), Lúcia (com umas xuquinhas esquisitas no cabelo) e o Pedrinho (cabeção). A neném fofíssima é a Alice. A gente estava brincando de boneca, hehe. Óbvio que a boneca protagonista era a Alice. Adorávamos brincar/cuidar dela, tadinha.
Tivemos uma infância bem legal. Nos divertíamos bastante. Passa tão rápido.
O que eu virei? Não sei...não sei mesmo.
ondinha sertaneja?
As músicas ficaram tão famosas que todas as duplas que tocam em barzinhos de SM incorporaram alguma canção de Victor e Leo no repertório. Até bandas de rock surpreendem o público ao tocar as músicas da dupla.
Sei lá...
domingo, 11 de outubro de 2009
descobrindo sons

Eu tenho umas fases estranhas. Ando apaixonada pelo MGMT. Weekend Wars é maravilhosa, assim como We Care, Time to Pretend....
Sábado fiquei vendo uns videoclipes do Mika (foto), cantor pop radicado em Londres. Adoro a voz dele...e as músicas são muito boas: Relax, take it easy; Love Today e Grace Kelly. Muito bom!!!
Tem gente que diz que tenho gosto duvidoso. Pode ser...às vezes vou na onda mesmo...
sábado, 10 de outubro de 2009
nobel
Acho que ando desinformada. O que ele fez para promover a paz mundial? Já deu tempo dele fazer alguma coisa? Nem sei quem eram os outros candidatos, mas para darem para o Obama é porque não deveria ter muitas opções...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Better
Até os anônimos deste blog contribuíram para minhas reflexões. Um disse que estou na crise da maturidade. Outro disse que é para eu parar de anda de quatro por aí e saber colocar as vírgulas nos lugares certos. Enfim...
O fato é que tenho que me estressar menos...e ponto.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
baixo astral
quero me esconder em algum buraco e sair de lá só daqui há uns dois anos. quero desaparecer...tô com muita raiva de mim, muita...
quero sair desse mundo...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Olimpíadas
Gracias a la Mercedes
E valeu muito a pena. A foto ao lado é do dia do show, quando se apresentou no Festival Vigília da Canção Gaúcha. Mercedes já estava meio debilitada fisicamente, com dificuldades para caminhar, mas como cantou...nossa...como cantou...
Suas músicas tocam fundo na alma da gente. Dá vontade de chorar ouvindo "Gracias a la Vida", "Sólo le pido a Dios", "Años".
Obrigada, Mercedes...
Que la guerra no me sea indiferente,
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda la pobre inocencia de la gente
sábado, 3 de outubro de 2009
Contador de histórias

Valeu muito a pena porque o filme é muito bom. Comovente mesmo. Verdadeiro. Simples. Atuações que emocionam.
Um belo filme baseado na história real de um menino que ficou dos cinco aos 13 anos na FEBEM e era considerado "irrecuperável" por todos menos por uma pedagoga francesa que consegue tirá-lo da vida sofrida que levava. Hoje o menino é pedagogo também e contador de histórias. Eu não vou contar tudo senão perde a graça para quem ainda não viu, mas, realmente ,recomendo esse filme.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
vmb
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Doc Macondo

Os depoimentos foram bons, mas poderiam ter ouvido algum frequentador do bar, algum músico das várias bandas mostradas no vídeo. Aliás, notei que uma das preocupações da produção foi mostrar diversas bandas de fora de Santa Maria que tocaram no Macondo. Apanhador Só apareceu duas vezes no vídeo.
Gostei muito das imagens das intervenções artísticas e da Dobradiça. Ficou realmente muito bom!
É um bom vídeo institucional, mas bem tradicional quanto à linguagem e narrativa.
Meus parabéns a equipe de produção.
Para quem quiser assistir ao doc, clique aqui.